Em 1901, o pesquisador Daniel T. Ames publica o texto “Ames on Forgery”, pioneiro no exame forense da escrita ao procurar descrever as características individuais a partir de manuscritos, a técnica foi utilizada já à época buscando esclarecer diversos casos, dando impulso à chamada grafologia. Ele também acreditava poder identificar o sexo do escrevente, o que não é aceito modernamente.

(Vide: Forensic Document Examination: Fundamentals and Current Trends, de Jane A. Lewis, Elsevier, parcialmente disponível em https://books.google.com.br/books?id=P0Z1AgAAQBAJ&printsec=frontcover&hl=pt-BR#v=onepage&q&f=false)

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